A AHP NA VISITA OFICIAL DO PRIMEIRO MINISTRO, ANTÓNIO COSTA, A PEDROGÃO GRANDE

O primeiro-ministro António Costa, a convite do presidente do Município, Valdemar Gomes Fernandes Alves, esteve em Pedrógão Grande, no dia 20 de Agosto.

A AHPEM – Aldeias Históricas de Portugal/PATRIMÓNIO E MEMÓRIA, representada pela Presidente do Conselho Directivo do Património, Isabel da Veiga Cabral, acompanhou a visita.

O Programa iniciou-se com a deslocação à futura zona empresarial – Área de Localização Empresarial, ALE-, tendo António Costa feito o lançamento simbólico da primeira pedra do empreendimento.
Seguiu-se a assinatura do Livro de Honra no Salão Nobre da Câmara, onde o Presidente Valdemar Alves destacou a importância, para a região, desta visita histórica.

Na cerimónia no Jardim da Deveza o Primeiro Ministro, António Costa, no seu discurso, começou por lembrar a amizade antiga que o liga a Valdemar Alves, com uma engraçada história, ela também exemplo da constância de valores desta figura pública.

Tendo-se mudado com a mãe para o mesmo bairro onde morava a família Valdemar Alves, pouco tempo depois, de regresso das aulas, encontrou a casa assaltada – os preciosos gira-discos, rádio e a Televisão tinham levado sumiço.
Em desespero de causa e antes da chegada da mãe, recorreu ao vizinho Valdemar, então inspector da Judiciária. Com a sua ajuda e após uma aventurosa deslocação a um bairro conhecido, conseguiram recuperar, pelo menos, o gira-discos.
Desde então as famílias mantiveram uma relação de amizade muito próxima.

António Costa, seguidamente, abordou questões de suma importância para o futuro do País.

«É ESSENCIAL VOLTAR A VALORIZAR A NOSSA FLORESTA»

Lamentou os fogos que têm vindo, ao longo dos anos, a destruir largas áreas de floresta, e salientou (VER O VÍDEO). que «andámos pelo mundo à procura da riqueza que nos faltava… Hoje temos dentro do nosso País a riqueza por descobrir e valorizar »…

…«Gastaram-se milhões que deviam ter sido aplicados a cadastrar o País, porque seria complicado, longo o processo…uma década»… «se nada for feito, a floresta voltará a arder daqui a 10 anos» … «não devemos ter medo de fazer aquilo que é difícil e leva tempo a fazer».

Concluiu, após realçar a importância da Unidade de Missão de Valorização do Interior, criada este ano, ser imprescindível e urgente iniciar-se já o cadastro – «A floresta tem de ser gerida, tratada, ordenada e certificada para que seja uma fonte de riqueza, e não uma ameaça para pessoas, bens e habitações».

O evento encerrou com um lanche convívio, oferecido pela Câmara Municipal a toda a população presente.

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